...Digo, Faço e Aconteço, Aqui Eu Publico, Aqui eu Escrevo, Aqui eu Choro, Aqui eu Sorrio, Aqui eu...
terça-feira, 5 de abril de 2011
Aprendi....
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Coragem e Força de Vontade

quarta-feira, 30 de março de 2011
Paradoxo da Atualidade
O paradoxo de nosso tempo na história é que
temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos;
auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos;
gastamos mais, mas temos menos;
nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores;
mais conveniências, mas menos tempo;
temos mais graus académicos, mas menos senso;
mais conhecimento e menos poder de julgamento;
mais proficiência, porém mais problemas;
mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais,
gastamos de forma perdulária,
rimos de menos, dirigimos rápido demais,
nos irritamos muito facilmente,
ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais,
raramente paramos para ler um livro,
ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente
e odiamos com muita frequência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Adicionamos anos à extensão de nossas vidas,
mas não vida à extensão de nossos anos.
Já fomos à Lua e dela voltamos,
mas temos dificuldade em atravessar a rua
e nos encontrarmos com nosso novo vizinho.
Conquistamos o espaço exterior,
mas não nosso espaço interior.
Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Dividimos o átomo, mas não nossos preconceitos.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planeamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo,
mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Temos mais comida, mas menos apaziguamento.
Construímos mais computadores
para armazenar mais informações
para produzir mais cópias do que nunca,
mas temos menos comunicação.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta;
de homens altos e carácter baixo;
lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Estes são tempos em que se almeja paz mundial,
mas perdura a guerra no lares;
temos mais lazer, mas menos diversão;
maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios;
de residências mais belas, mas lares quebrados.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis,
moralidade também descartável, ficadas de uma só noite,
corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo:
alegrar, aquietar, matar.
Há sempre alguma coisa que podemos fazer....
quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
´Nunca sabemos para onde vamos. Nunca sabemos até onde podemos chegar, nunca conhecemos os nossos passos, mesmo quando pensamos que escolhemos os melhores caminhos.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Vale a pena perder dois minutos neste pensamento....

sábado, 9 de janeiro de 2010
ViVeR
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Amigos....
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Meu nome é felicidade
Tudo na vida devemos encarar como aprendizado, tudo é válido, até os momentos ruins, pois só assim conseguiremos nos edificar e evoluir cada vez mais.
(autor desconhecido)
O tempo
Razões para rápidos Natais Aldo Novak "O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio, você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos,ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Então... quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas,dos dias ou anos. Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo. Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar : nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar, conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais. Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas. Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente. Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... Nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos,lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso. Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas(você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados da sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso? Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo. A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente, as pessoas, a paisagem, a língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim). Foram somente três meses, mas ao final do segundo mês eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção. Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a "acelerar". Pelo menos, assim parecia. Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual,a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a r-o-t-i-n-a. Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida,seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos. encontrei este texto aqui |
terça-feira, 28 de abril de 2009
Peixinhos
Os aquários são auspiciosas, pois eles trazem uma combinação harmoniosa de vários factores riqueza atraindo feng shui, bem como um equilíbrio perfeito de todos os 5 feng shui elementos.]
sábado, 25 de abril de 2009
Dar e dar-se, entregar e entregar-se
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Adequado.. talvez...
sábado, 18 de abril de 2009
Reponsabilidades

sexta-feira, 17 de abril de 2009
Peixes, ou vida...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Vida...

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Rotina e Tédio ou Falta de Atenção?

domingo, 12 de abril de 2009
Borboleta Voa...

[...] Duas lagartas teceram cada uma o seu casulo. Naquele ambiente protegido, transformaram-se em belíssimas borboletas. Quando estavam prestes a sair e voar livremente, vieram as ponderações. Uma borboleta, sentindo-se frágil, pensou para consigo: «A vida lá fora tem muitos perigos. Poderei ser despedaçada e comida por um pássaro. E mesmo se um predador não me atacar, poderei sofrer com as tempestades. Um raio poderá atingir-me. As chuvas poderão desabar as minhas asas, levando-me a tombar no chão. Além disso, a Primavera está a acabar, e se faltar o néctar? Quem me irá socorrer?» Os riscos de facto era muitos, e a pequena borboleta tinha as suas razões. Amedrontada, resolveu não partir. Ficou no seu protegido casulo, mas não tinha como sobreviver, morreu de um modo triste, desnutrida, desidratada e, pior ainda, enclausurada pelo mundo que tecera. (...)

